Oficina sobre mídias abre o Tá no Papo da Olfato

Andrea Lopes, sócia da empresa Espiral Digital, compartilhou seu conhecimento com estudantes da Universidade

Por Matheus Nascimento

Iniciou neste sábado (20), o Tá no Papo da Olfato, evento realizado pela Olfato, Agência Júnior de Jornalismo, em parceria com o núcleo de assessoria e comunicação do Espaço Bagagem. Pelos próximos dois finais de semanas, o Tá no Papo trará diversas palestras para estudantes e profissionais da comunicação na Universidade Católica de Brasília (UCB). A abertura do evento foi feita pela sócia da empresa Espiral Digital, Andrea Lopes. O encontro foi na sala K263, onde, além de ministrar, pela manhã, a Oficina de Planejamento de Mídias, ela compartilhou sua trajetória e o que a motivou a trabalhar com mídias digitais.

Formada em Jornalismo, Andrea Lopes foi voluntária em diversos eventos esportivos e ações sociais. Idealizadora do site Mamãe na Rede e da campanha Caminho na Escola, ela também é sócia da Espiral Digital, empresa especializada em assessoria de imprensa e comunicação digital.

Tá na rede

Passando pelas principais redes sociais do momento, a jornalista destacou a transformação e a necessidade de entender a nova forma de produção e distribuição de conteúdo que a internet provocou. A partir disso, percebe-se a necessidade de aperfeiçoar a linguagem do conteúdo de forma simples e efetiva.

Além de detalhar as peculiaridades e ferramentas que cada plataforma oferece, ela falou sobre o desafio que é reter atenção de seu público-alvo. E ainda deu dicas para os estudantes presentes sobre quais cursos procurar, além de ressaltar a importância de um profissional saber se adaptar.  “Os profissionais têm que ser multifacetados, não dá pra trabalhar sabendo apenas comunicação, é preciso ir entrando em outros caminhos”, afirmou.

Para quem está começando e trabalha ainda de forma independente ou não tem muitos recursos, Andréa Lopes indicou procurar parcerias e colocar tudo no papel. “O que eu faço, quais são meus conteúdos, qual dá mais e menos visibilidade, investigar o porquê e tentar metrificar no papel, fazer um diagnóstico completo para ter uma precisão melhor dos diferentes tipos de público que acessam sua página a fim de definir estratégia e objetivo para cada um deles”, apontou.

Para o estudante de Jornalismo do primeiro semestre, Hedy Tenório, o curso foi importante para expandir o olhar sobre a área e buscar aprimoramento: “A gente sempre acha que sabe tudo, mas descobrimos que sabemos apenas o básico. E o que ela mostrou é que existem muitos recursos que podem ajudar no trabalho. Principalmente na organização, no que diz respeito ao planejamento e prestar atenção no seu público-alvo”, disse.

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