Arte de rua na Universidade

Toys e Omik ensinam técnicas de pintura de grafite a alunos da UCB e participantes externos durante o TWB

Na tarde desta quinta-feira (17), último dia do festival The Wall Break, foi ministrada uma oficina de grafite com os artistas de rua Daniel (Toys) e Mikael (Omik). O grafite é uma manifestação artística de rua que surgiu em Paris e no Brooklin – Estados Unidos, e está ligada aos artistas da cultura hip-hop, em que a forma de se expressar é por meio dos traços coloridos normalmente feitos em espaços públicos.

Daniel é artista desde os 12 anos, mas conta aos risos, que a primeira tentativa de ir às ruas, expressar sua arte, foi trágica. “A minha tinta derramou toda”, admite.

Mikael relata que o grafite sempre vai ser um hobby, mas diz que dá para ganhar dinheiro com isso: “Querendo ou não as pessoas que veem a arte na rua, querem ver dentro de casa também”. Ele fala das possibilidades de trabalho que um grafiteiro pode ter, e disse que teve a oportunidade de conhecer arquitetos e trabalhar como design de interiores. O artista explica que saber desenhar não é tão necessário para ser um grafiteiro, mas ter um conhecimento de base ajuda.

Os participantes do evento puderam entender mais sobre a contextualização e a história do grafismo, realizar atividades práticas de pintura, desenvolver técnicas próprias e habilidades, aprender a fazer contorno para dar profundidade ao desenho e estimular a criatividade.

Nathalia Caeiro, estudante do terceiro semestre do curso de Jornalismo do Uniceub diz que escolheu o minicurso por gostar muito da arte urbana. “Eu curto fotografar grafites. E afirma que o workshop “foi uma forma que encontrei de ficar mais perto do que é a fotografia”. A estudante disse, ainda, que o contato mais próximo que teve com o grafite antes da oficina foi por meio de fotos e amigos grafiteiros e que a experiência de colocar a mão massa não foi fácil. “Estou valorizando muito o trabalho deles, pois “a mão dói, a lata de tinta é pesada, um sprayzinho que faz umas coisas maravilhosas”, disse.

Isabela Ferreira, redatora publicitária formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB) trabalha com arte digital voltada para internet e redes sociais disse que sempre achou muito bonita arte urbana. “Quando surgiu isso no evento da Matriz, eu achei uma ótima oportunidade para agregar mais conhecimentos para minha área. A experiência foi fantástica”, exclamou.

Amanda Oliveira, do curso de Jornalismo da UCB, comenta que ama as expressões de rua, “nesse curso eu tive uma oportunidade de aprender mais. Eu não tinha uma noção da amplitude de todo o espaço e da história deles”. Ela elogia, ainda, as oficinas práticas trazidas pela Matriz. “Foi incrível”, avaliou.

Gilvanete Costa e Hudson Portella para o Olfato Comunicação
Edição final Professora Fernanda Vasques
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